Artistas de R - V

Renata Maia

Designer, artesã pesquisadora e artista visual. Graduada em Design – Moda, pela Universidade Federal do Ceará (UFC), que encontrou poesia e sentido nas manualidades dos antigos ofícios de oleira e ourives. Atualmente, pesquisa a relação da arte com patrimônio cultural e edificado, localizado no Centro Histórico da cidade de Fortaleza.


Rodrigo Colares

É jornalista, músico e artista visual. Desenvolve AhaMuziKê – Inflexões e Reflexões sobre a Cena de Música de Fortaleza, busca narrativas e personagens messejanenses, investiga mudanças na paisagem da cidade e explora a manipulação de sintetizadores analógicos e digitais. Como músico, atua nas bandas Dronedeus, Fóssil, Missjane, Vitor C. e Micro-leão dourado.


Soupixo

Artista caririense, tatuadora e uma das sócias na empresa Fatozero Produções Culturais. Aborda nos seus trabalhos reflexões sobre o corpo, memória, questões de gênero e raciais. Assumiu vários heterônimos além do seu nome próprio, e o alter ego Suelí, que constrói em colaboração com Lívio do Sertão. Hoje soupixo, onde cabem todas essas mulheres que já foi e que permanecem vivas dentro de si.


Thomas Saunders

É bacharel em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário 7 de Setembro (UNI7). Mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Professor Universitário Substituto na Graduação (Licenciatura) de Artes Visuais (Uece-FECLI); Graduando em Filosofia (Licenciatura) pela Uece e artista visual independente.


Victor Cavalcante

Victor Cavalcante é artista visual e designer. Estudante do curso de Licenciatura em Artes Visuais do IFCE e integrante dos coletivos Ateliê Migratório e Dê-Mão. Trabalha com experimentações em performance, pintura, desenho, bordado, fotografia, arte urbana, audiovisual e teatro. Pesquisa a sua relação com masculinidades, afetos, sentimentos, ativismo e política.

Marcella Elias

Artista visual multimídia, atua nos meios de fotografia, vídeo e cinema. Formada em Comunicação Social e cursando especialização em Cinema. Seu ensaio fotográfico Elisa participou de exposições coletivas, dentre elas, no Museu da Cultura Cearense. Fez a direção de fotografia do curta-metragem Grilhões. Sua pesquisa atual – Mulheres Invisíveis – inclui uma instalação que gira em torno do feminino e de dar visibilidade a histórias de mulheres.


Matheus Dias / MDIAS PRETO

Artista visual que trabalha com fotografia, vídeo, colagem e design gráfico. Busca tensionar questões de raça, corpo, gênero e LGBTQI+. Atualmente permeia entre si e seu heterônimo MDias Preto, artista contemporâneo que trabalha mais com a arte expandida, utilizando as cores como meio de criação de um universo paralelo.


Milena Fernandes

Sol em gatinha, ascendente em sardinha. Artista-docente-pesquisadora diretamente de Caucaia. Com as artes visuais, atua principalmente como quadrinista e ilustradora. Atriz e palhaça, também encontra no teatro e na palhaçaria uma ligação de afeto e esforço. Artista multimídia, desenvolve pequenos projetos audiovisuais independentes.


Mychel Távora

Artista visual. Possui algumas idéias medíocres que registra e as disfarça de excelências No final dos anos 80, publica fanzines de histórias em quadrinhos, colagens e ilustrações. No período de 1992 a 1994, publicou HQs nas edições do grupo cearense Seres Urbanos. Em 2009, ingressa no coletivo Monstra e participa de várias exposições coletivas. Em suas obras procura retratar ironias, frustrações e banalidades do cotidiano, utilizando a própria experiência e memórias afetivas.


Núbia Agustinha

Artista/professora/pesquisadora. Graduada em Artes Visuais pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – (IFCE) e Pedagogia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Teve formação inicial em Artes Visuais pelos cursos livres do Instituto Dragão do Mar de Arte e Indústria Audiovisual do Ceará. No campo das Artes Visuais, atua com gravura no campo expandido, instalação e performance.


Plantomorpho

Natural de Fortaleza-Ceará. Formado em Artes Visuais pela UFRB, pesquisa afinidades entre arte e biologia, construindo relações simbólicas que evidenciam processos e estruturas biológicas através do desenho e do bordado. Sua obra perpassa ainda por temáticas como mito, memória, corpo e narrativas pessoais. Realizou exposições individuais e coletivas em Cachoeira (BA), Britânia (GO) e Fortaleza.

Larissa Batalha

Artista/Bióloga. Passarinha o traduzir memórias, conversas e partilhas em convergência com apropriações científicas em diversas linguagens. Produtora/idealizadora do Ateliê Migratório. Produtora do Coletivo Absolutamente Ninguém. Integrante do grupo Local: Estudos, Pesquisas e Ação em Artes Visuais e Performance, sob tutoria de Waléria Américo.


Layla Fontenele

MAGAFOITA é artista visual e bota o seu através de desenhos, fotografias e audiovisual. Pelas suas perambulâncias nos espaços, realiza trabalhos/pesquisas sobre gênero, sexualidade, feminismos e ato político na rua. Desenvolve arte urbana por meio de lambe-grudes. Em 2019, participou da micro-residência ATERRARFOGO, em parceria com a Sala Vazia Residência e integrou a Exposição Mostra o Teu, na Carnaúba Cultural.


Leonardo Câmara

Pesquisador e realizador em audiovisual, é graduado Publicidade e Propaganda pela UFC. Integrou a quarta turma do Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes. Atualmente integra a coordenação do projeto de formação audiovisual Cinema no Brejo – Laboratório Rural de formação e experimentação audiovisual, realizado em Baturité. Pesquisa as interseções entre cinema, arte e educação e metodologias de criação coletiva.


Levy Freitas

Pesquisador, artista e geógrafo. Mestre em Geografia/UFRN e membro do Lab. Artes Visuais da Escola Porto Iracema das Artes. Desenvolve trabalhos em diálogo com espaço, paisagem, som, imagem e relações étnico-raciais.


Lívio do Sertão

Artista insurgente no Cariri, Lívio do Sertão transita entre mundos dis/u/t(r)óp[t]icos, enquanto lê Geraldo Urano sob juazeiros, barrigudas e cafés que se derramam Chapada abaixo. Bebe das águas sagradas da Batateira pra dar miolo a suas invencionices poético visuais. Como romeiro que é, segue caminhando em busca de novas graças e agradecendo as adquiridas.


Lucas Dilacerda

Artista e filósofo. Graduado e Mestrando em Filosofia na UFC. É coordenador do Grupo de Estudos em Estética e Filosofia da Arte; do Grupo de Estudos Guerras do Contemporâneo; do Laboratório de Arte Contemporânea e do Grupo de Estudos em Arte e Decolonialidade. É integrante do Laboratório de Artes e Micropolíticas Urbanas. Participou de diversas exposições e foi vencedor do 70º Salão de Abril.

Daniel Neves

Designer e artista visual. Tem pesquisa em torno dos deslocamentos urbanos, tendo como expressão desenho, pintura digital e dança. Tem uma relação de luta cicloativista/modos de deslocamentos ativos. Iniciando em Dança Contemporânea, compõe atualmente a terceira turma do CIDC PRODANÇA.Também integra o grupo de estudos Local, sobre a tutoria de Waleria Américo.


David Felício

Historiador, graduado pela UFC, professor da rede estadual de educação em Fortaleza, pesquisador e artista visual. Desenvolve, em artes visuais, junto com Jorge Silvestre, uma pesquisa acerca dos usos e das transformações de fontes históricas na trajetória dos negros no Ceará, pensando como a manipulação das narrativas, individuais e coletivas e a manifestação de outras sensibilidades podem ajudar a repensar essa história.


Delano Gurgel Queiroz

Artista visual com início no Cinema, busca tensionar os limites postos entre cinema e outras linguagens audiovisuais, além de estar interessado em pesquisar as mais diferentes possibilidades de quebrar o formato de tela da exposição audiovisual. Possui curtas autorais e é diretor da série audiovisual “Arte Circunstância”, aprovado no Edital das Artes SecultFor em 2018.


Esther Alencarina

Lencari, artista visual, não atriz, fortalezense, um corpo morto vivificado, graduanda em Comunicação Social. Pesquisa a pintura acrílica e repensa as relações de processo e produto tomando as artes plásticas como performance, a partir de composições em tempo real, action painting e performance art. Hoje a pesquisa se desenvolve no sentido ritualístico, a pintura como adoração e contato com o Divino [o lugar santo], sendo a criação abstrata dependente dos acontecimentos espirituais da performance.


Gabi Trindade

Artista visual, realizadora e diretora de fotografia. Pesquisa os processos criativos da Dança e do Teatro em confluência com a produção no audiovisual. É formada na 4° turma de Realização em Audiovisual da Vila das Artes. Integrante da coletiva Subterrânea, que desenvolve processos abordando gênero e sexualidade.


Jean dos Anjos

Artista, pesquisador, fotógrafo e antropólogo. É mestre em antropologia pela UFC/Unilab. Atua, principalmente, fotografando festas religiosas da umbanda cearense, com interesse especial por corpos em transe. Realizou as exposições individuais “O Céu de Iemanjá” e “Cartas para Iemanjá”. Foi premiado no 67º Salão de Abril, em 2016, com a obra “Ela é bonita, Ela é mulher”.


Jefferson Skorupski / (Madalena/CE)

Artista da performance arte, besha-negrx-periféricx-sertanejx artivista, críticx e pesquisadorx da política e do social, sua poética resiste à meritocracia brasileira no alcance dos encalços da macropolítica vigente. Sua arte se concentra na micropolítica e no seu potencial propulsor de mudanças/provocações sociais, bem como se utiliza do site specific como ferramenta articuladora com a performance arte.

Ana Paula Vieira

Pesquisadora e realizadora. Graduada em Cinema e Audiovisual pela UFC e mestranda em Artes (PPGArtes ICA|UFC). É integrante do LAMUR – Laboratório de Artes e Micropolíticas Urbanas e do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes. Atualmente, é coordenadora do projeto de formação audiovisual Cinema no Brejo.


Bárbara de Moira

Ex-futura bióloga que não aguentou o não ser artista. Experimenta o fazer artístico através da fotografia, da performance, do bordado e da instalação; tensionando questões de gênero, afetividades e violência.


Beatriz Benitez 

Artista visual, fotógrafa e atriz. Graduada em Cinema e Audiovisual pela UFC. Nas Artes Visuais, sua pesquisa se dá no litoral da cidade Fortaleza, onde se inquieta com questões referentes ao mar, à água, ao corpo, à gentrificação, ao avanço da especulação imobiliária. Atua como fotógrafa freelancer e integra o Coletivo Abarrua.


Beatriz Gurgel

Artista etc, pesquisa o corpo e a si própria. É recorrente a investigação do sentir, o uso da linha, da palavra e da cor vermelha. Estudante do curso de Licenciatura em Artes Visuais, faz parte do coletivo Ateliê Migratório e participou de exposições coletivas como Mulher Vírgula, Fruto Nosso e 68° Salão de Abril e outras.


Carliane Menezes

Professora de Filosofia, zineira e performeira. Capitu. Pesquisa anarquismo e nova pornografia. Usa @ zine na escola como um recurso pedagógico sem gênero, sem diagramação e marginalizado. Na rua usa a xerox d@ zine como lambe com intervenções com público e sem câmera. Não vende zines.


Charles Lessa

Artista visual e artesão caririense. Desenvolve experimentações plásticas sobre universo simbólico. Dedica-se às artes feitas com as mãos, modelagem, desenho e pintura com desdobramentos na arte urbana. Interessa-se pela artesania nas artes visuais e localiza-se na simbiose entre arte popular e arte contemporânea.

SID – CAUCAIA

Sid. Foto: Yuri Juatama

Artista visual trans não binária, vive e trabalha transitando entre sua cidade e Fortaleza, Ceará. Integrou em 2019 o Percurso Básico de Fotografia/Preamar na Escola Porto Iracema das Artes, na qual desdobrou sua pesquisa. A artista costura narrativas que perpassam o real e o ficcional. Atravessando o corpo, memória e a palavra que estão em fluxo na sua transição, se apropria de várias linguagens como desenho, escultura, pintura, fotografia e vídeo arte.


TOBIAS VASCONCELOS – SANTANA DO ACARAÚ

Sou da zona rural de Santana do Acaraú (CE) e minha comunidade se chama Riacho Verde. Técnico em desenho da construção civil e graduando em saneamento ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Artista visual de vivência, registro meu lugar desde 2018 e amo de verdade representar tudo com aquele traço nordestino. 


VINCENT VITÓRIA (VITÃO) – FORTALEZA

Vitão. Foto: Yuri Juatama

Cineasta, fotógrafo, montadore e experimentalista visual. Graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Seu trabalho tem como base principal os estudos Queer acerca de gênero e sexualidade e seus instrumentos de pesquisa variam desde a construção e disrupção da imagem até o cinema expandido. 


VINICIUS MAIA – FORTALEZA

Ilustrador e designer multimídia. Graduando em Sistemas e Mídias Digitais pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Possui como principais referências estéticas desenhos animados japoneses, jogos digitais, quadrinhos, pintura figurativa tanto da antiguidade como da contemporaneidade e o cotidiano da periferia de Fortaleza, em especial da grande Messejana, onde nasceu e até hoje vive. Busca sempre a junção entre a tradição e a tecnologia e entre a cultura estrangeira e a local na tentativa de construir um discurso próprio. 


YURI MARROCOS  – FORTALEZA

Yuri Marrocos. Foto: Yuri Juatama

É dramaturgo, artista visual e estudante de psicologia da Universidade Federal do Ceará (UFC). Suas pesquisas investigam memória, trauma e esquecimento através das várias linguagens artísticas. É autor do livro “Um Artista da Luz Vermelha” e também escreve poemas sob o heterônimo Jerônimo Parada.


ZWANGA NYACK – FORTALEZA

Zwanga Nyack. Foto: Yuri Juatama

Antropólogue prete maracanauense, reontologizade em Kaviungo e Ndandalunda e contadore de histórias afro-ancestrais. No multiverso das artes, trabalho a valorização de minha ancestralidade africana, em especial a de origem bantu. E, a partir da minha constituição enquanto pessoa empreendida e reforçada pela diáspora preta a nível local e intercontinental, busco pela presença étnica-política-cultural das negritudes presentes no município de Maracanaú (CE), lugar que habito, transito e transgrido.

LÉO SILVA – MARACANAÚ

Léo Silva. Foto: Alan Sousa

Artista, pesquisador e educador. Formado em História pela Universidade Federal do Ceará (UFC), na quarta turma do curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes (2018), e no Mestrado em Comunicação da UFC. Trabalha entre as artes visuais, o cinema, a performance e a intervenção urbana a partir de pesquisas-criações com a água, a terra, a memória e a afetividade que emergem em comum com o corpo, a imagem, o arquivo, a paisagem e a oralidade. 


LÍDIA RODRIGUES – FORTALEZA

Sapatão autista preta, artista multilinguagem, artivista e estudante de Filosofia. Pintora autodidata. Participa do coletivo artivista Tambores de Safo desde sua fundação.  Participou de antologias poéticas e publicou seu primeiro livro de poemas em 2018 – ECDISE.


MERREMII KARÃO JAGUARIBARAS – CANINDÉ

Militante indígena, agricultora, ambientalista, poetisa, artista visual. Graduanda em Sociologia na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab-Ce). Na arte, preserva e promove saberes em diversas linguagens.


RAUL PLASSMAN – QUIXADÁ

Bicha fotógrafa de 33 anos, do interior do Ceará, reside em Quixadá, é graduado em Design Digital pela Universidade Federal do Ceará (UFC) – Quixadá. É movido pela contação de histórias, criação e busca de memórias através da fotografia. Retratista de todos os corpos e amante da fotografia analógica instantânea. 


RENATA FORTES – FORTALEZA

Artista multilinguagem, realizadora audiovisual, produtora cultural e comunicóloga (Comunicação Social – Universidade Federal do Piauí, UFPI) especialista em Direitos Humanos (Faculdade Adelmar Rosado, FAR). Suas pesquisas artísticas e acadêmicas giram em torno da memória, tempo, cidade, coletividades e intervenções urbanas através da arte. Seus processos de criação resultam em práticas híbridas de suportes diversos. No audiovisual, se dedica especialmente ao cinema e, no registro imagético, à fotografia documental. 


RENATA FROAN – FORTALEZA

Renata Froan. Foto: Yuri Juatama

Artista visual, escritora e jornalista, nascida em Natal/RN e criada em Fortaleza/CE. Atualmente é graduanda do curso de Licenciatura em Artes Visuais do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).Trabalha com desenho, pintura, fotografia, vídeo, instalação e arte urbana. Em seus processos artísticos busca investigar articulações entre literatura e artes visuais, experimentando composições que circulam em torno da palavra e do desenho.

FLUXOMARGINAL  – CRATO

É artista multilinguagem autodidata que atua como fotógrafo, diretor, produtor e editor, atualmente envolvido como diretor do projeto “O que pode uma mulher que borda?” , atuando também como designer e editor em parcerias com artistas independentes.


FRANCISCO PEREIRA – BARBALHA 

É graduado em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Regional do Cariri (Urca). Experimenta performances direcionadas à captação vídeo e fotográfica e escrita poética. Situa suas produções recentes como relatos de paisagem que, a partir da temporalidade rural, visa tocar nas relações de intensidade, tensão e crueldade entre humano e natureza.


JAQUE RODRIGUES – CRATO

Aprendiz de mundos e artista multilinguagem licenciada em Artes Visuais pela Universidade Regional do Cariri (Urca). Artesã e facilitadora de oficinas de encadernação artesanal. Fotógrafa e idealizadora do projeto Fotógrafas Negras (@fotografasnegras), plataforma de mapeamento e difusão de fotógrafas negras brasileiras, nascida como desdobramento da pesquisa científica “Fotógrafas Negras: Revelando a Imagem Invisível”.


JUNIOR POTYGUARA  – MONSENHOR TABOSA

Indígena e natural da  Serra das Matas, em Monsenhor Tabosa (CE), e residente na aldeia Vila Nova (zona urbana), periferia Alto da Boa Vista. Sou artista visual, utilizando técnica de desenhos coloridos com inspirações do sagrado e sentimentos livres esporádicos. Faço parte de um coletivo de artistas indígenas do Ceará (Tamain), onde expomos nossas lutas por meio da arte, retomada e protestos.


KARINE ARAUJO – FORTALEZA

Karine Araujo. Foto: Yuri Juatama

É experimentadora. Desde 2016 atua em Artes Visuais. Colabora na idealização da Carcará Foto Conferência e no Grupo Tamain (grupo com artistas indígenas de território cearense). Em seus percursos mais recentes, utiliza a arte como espaço e ferramenta de experimentação no processo de retomada de consciência da sua memória indígena.

DÉBORA ANACÉ – CAUCAIA

Tenho 23 anos e moro na reserva indígena taba dos Anacé. Sou fotógrafa indígena e pedagoga em formação. Faço parte de alguns coletivos indígenas e gostaria de destacar o Tamain, que é um coletivo de artistas indígenas do Ceará que sempre me incentivou muito.


DINHA FONSÊCA – CRATO

É mestre em Serviço Social, artesã e bordadeira. Busca unir as reflexões feministas e o bordado através do audiovisual. Produziu os curtas “Pontos, linhas e nós: uma abordagem feminista no bordado” (2020) e “Nós e o tempo” (2020) e, ainda, produziu e desenvolveu com outras bordadeiras o projeto “O que pode uma mulher que borda?” (2021). Realizou a exposição virtual Mira (2021).


DUDA BARROS LEAL – FORTALEZA 

Duda. Foto: Yuri Juatama

Comunicador cearense, artista e publicitário. Graduando em Publicidade pela  Universidade Federal do Ceará (UFC) e bolsista FUNCAP no programa “Inovação no ensino e Popularização da Astronomia”, projeto responsável por realizações audiovisuais em formato FullDome. Atualmente realiza a pesquisa “Costume de Casa Vai à Praça”. É colagista e tocador de piano e pandeiro.


ERIKA MIRANDA (CIGANA) – FORTALEZA

Erika Cigana. Foto: Yuri Juatama

Artista visual autodidata e urbanista de formação (Universidade de Fortaleza – Unifor, 2019), atua nas áreas do graffiti, muralismo, instalação urbana e cênica.


EWA NÏARA – FORTALEZA

Ewa Nïara. Foto: Yuri Juatama

Travesti preta favelada; multiartista e pesquisadora. Bacharela em design-moda pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mestranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), turma de 2022. Realizo estudos interseccionais de (trans)gênero, raça e classe, tecendo arte-pesquisa-política sobre construção de identidades e corpas transvestigêneras negras-nativas.

ANAYA OKUN –  FORTALEZA

Tenho 24 anos, sou multiartista, atuo principalmente nas áreas das artes visuais, dança e circo. Caminho por peles e superfícies dentro das artes visuais, trabalhando colagem, xilogravura, lambe, etc. Sou tatuadora com foco em pele racializada e desenvolvo ilustras trazendo, principalmente, o imagético das territorialidades e estéticas pretíndias. 


ANDRÉA SOBREIRA – JUAZEIRO DO NORTE

Artista visual, segue enquanto pesquisadora na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Experimenta desenho, pintura, artes gráficas e a construção de narrativas que atravessam memória, identidade e as fragilidades do cotidiano. 


ANTONIO BRENO – BATURITÉ

Artista visual e pesquisador natural de Baturité (CE). Graduado em Gastronomia pelo  Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Atualmente cursa o Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e tem pesquisado festejos populares, comidas e outras acolhidas.


BYYA KANINDÉ – CANINDÉ

Indígena do Povo Kanindé de Aratuba (CE), zona rural, sempre morei na Aldeia. Ex-estudante da Escola Manoel Francisco dos Santos, estudante de Hotelaria no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) de Baturité, sou membra  dos grupos  de jovens indígenas do estado do Ceará “Tamain, JIC” (Juventude indígena conectada), monitora do Museu Kanindé, artista visual, faço meus registros desde os 14 anos.


CAJU – CRATO

Graduande de Licenciatura em Artes Visuais na Universidade Regional do Cariri (Urca), tem como sua área de trabalho e de pesquisa artística o meio urbano e suas possibilidades dentro de uma futuridade ficcional. A construção de seu trabalho se dá através da interação histórica humana com o imaginário fantástico, devaneios de uma utopia e o urbano contemporâneo do artista.


CAMILA ALBUQUERQUE – FORTALEZA

Camila Albuquerque. Foto: Yuri Juatama

É artista plural cearense, graduanda no curso de Pintura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Trabalha com diferentes mídias, especialmente com a Pintura a Óleo e o Grafite, onde aborda temáticas do erotismo, corpos e gênero. Seu trabalho dá um enfoque cada vez maior na Brasilidade, na experiência pessoal que se liga ao universal, através de suas pinturas sob um novo olhar do prazer.